
“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre, Jesus.”
Horário das Missas
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Por que conhecer a doutrina católica transforma a sua vida de fé? Conhecer para amar com profundidade e não é possível amar de verdade aquilo que não se…
O Oceano de Graças está aberto: Domingo da Divina Misericórdia
No segundo domingo da Páscoa, a Igreja celebra o Domingo da Divina Misericórdia. Mais do que uma data no calendário, é um convite pessoal de Jesus.
CRISTO RESSUSCITOU
RESSUSCITOU. No Domingo de Páscoa, a Igreja nos conduz ao centro do mistério da fé: a vitória de Cristo sobre a morte.
Maria, Mãe da Conceição, rogai por nós!
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Aniversariantes da semana
31/08/2026 até 06/09/2026
Liturgia diária
2ª feira da 5ª Semana da Quaresma
23/03/2026Naqueles dias, 1na Babilônia vivia um homem chamado Joaquim. 2Estava casado com uma mulher chamada Susana, filha de Helcias, que era muito bonita e temente a Deus. 3Também os pais dela eram pessoas justas e tinham educado a filha de acordo com a Lei de Moisés. 4Joaquim era muito rico e possuía um pomar junto à sua casa. Muitos judeus costumavam visitá-lo, pois era o mais respeitado de todos. 5Ora, naquele ano, tinham sido nomeados juízes dois anciãos do povo, a respeito dos quais o Senhor havia dito: “Da Babilônia brotou a maldade de anciãos-juízes, que passavam por condutores do povo”. 6Eles frequentavam a casa de Joaquim, e todos os que tinham alguma questão se dirigiam a eles. 7Ora, pelo meio-dia, quando o povo se dispersava, Susana costumava entrar e passear no pomar de seu marido. 8Os dois anciãos viam-na todos os dias entrar e passear e acabaram por se apaixonar por ela. 9Ficaram desnorteados, a ponto de desviarem os olhos para não olharem para o céu, e se esqueceram dos seus justos julgamentos. 15Assim, enquanto os dois estavam à espera de uma ocasião favorável, certo dia, Susana entrou no pomar como de costume, acompanhada apenas por duas empregadas. E sentiu vontade de tomar banho, por causa do calor. 16Não havia ali ninguém, exceto os dois velhos, que estavam escondidos e a espreitavam. 17Então ela disse às empregadas: “Por favor, ide buscar-me óleo e perfumes e trancai as portas do pomar, para que eu possa tomar banho”. 19Apenas as empregadas tinham saído, os dois velhos levantaram-se e correram para Susana, dizendo: 20“Olha, as portas do pomar estão trancadas e ninguém nos está vendo. Estamos apaixonados por ti: concorda conosco e entrega-te a nós! 21Caso contrário, deporemos contra ti que um moço esteve aqui e que foi por isso que mandaste embora as empregadas”. 22Gemeu Susana, dizendo: “Estou cercada de todos os lados! Se eu fizer isso, espera-me a morte; e, se não o fizer, também não escaparei das vossas mãos; 23mas é melhor para mim, não o fazendo, cair nas vossas mãos do que pecar diante do Senhor!” 24Então, ela pôs-se a gritar em alta voz, mas também os dois velhos gritaram contra ela. 25Um deles correu para as portas do pomar e as abriu. 26As pessoas da casa ouviram a gritaria no pomar e precipitaram-se pela porta do fundo, para ver o que estava acontecendo. 27Quando os velhos apresentaram sua versão dos fatos, os empregados ficaram muito constrangidos, porque jamais se dissera coisa semelhante a respeito de Susana. 28No dia seguinte, o povo veio reunir-se em casa de Joaquim, seu marido. Os dois anciãos vieram também, com a intenção criminosa de conseguir sua condenação à morte. Por isso, assim falaram ao povo reunido: 29“Mandai chamar Susana, filha de Helcias, mulher de Joaquim!” E foram chamá-la. 30Ela compareceu em companhia dos pais, dos filhos e de todos os seus parentes. 33Os que estavam com ela e todos os que a viam, choravam. 34Os dois velhos levantaram-se no meio do povo e puseram as mãos sobre a cabeça de Susana. 35Ela, entre lágrimas, olhou para o céu, pois seu coração tinha confiança no Senhor. 36Entretanto, os dois anciãos deram este depoimento: “Enquanto estávamos passeando a sós no pomar, esta mulher entrou com duas empregadas. Depois, fechou as portas do pomar e mandou as servas embora. 37Então, veio ter com ela um moço, que estava escondido, e com ela se deitou. 38Nós, que estávamos num canto do pomar, vimos essa infâmia. Corremos para eles e os surpreendemos juntos. 39Quanto ao jovem, não conseguimos agarrá-lo, porque era mais forte do que nós e, abrindo as portas, fugiu. 40A ela, porém, agarramos e perguntamos quem era aquele moço. Ela, porém, não quis dizer. Disso nós somos testemunhas”. 41A assembleia acreditou neles, pois eram anciãos do povo e juízes. E condenaram Susana à morte. 42Susana, porém, chorando, disse em voz alta: “Ó Deus eterno, que conheces as coisas escondidas e sabes tudo de antemão, antes que aconteça! 43Tu sabes que é falso o testemunho que levantaram contra mim! Estou condenada a morrer, quando nada fiz do que estes maldosamente inventaram a meu respeito!” 44O Senhor escutou sua voz. 45Enquanto a levavam para a execução, Deus excitou o santo espírito de um adolescente de nome Daniel. 46E ele clamou em alta voz: “Sou inocente do sangue dessa mulher!” 47Todo o povo, então, voltou-se para ele e perguntou: “Que palavra é essa que acabas de dizer?” 48De pé, no meio deles, Daniel respondeu: “Sois tão insensatos, filhos de Israel? Sem julgamento e sem conhecimento da causa verdadeira, vós condenais uma filha de Israel? 49Voltai a repetir o julgamento, pois é falso o testemunho que levantaram contra ela!” 50Todo o povo voltou apressadamente, e outros anciãos disseram ao jovem: “Senta-te no meio de nós e dá-nos o teu parecer, pois Deus te deu a honra da velhice”. 51Falou então Daniel: “Mantende os dois separados, longe um do outro, e eu os julgarei”. 52Tendo sido separados, Daniel chamou um deles e lhe disse: “Velho encarquilhado no mal! Agora aparecem os pecados que estavas habituado a praticar. 53Fazias julgamentos injustos, condenando inocentes e absolvendo culpados, quando o Senhor ordena: ‘Tu não farás morrer o inocente e o justo!’ 54Pois bem, se é que viste, dize-me à sombra de que árvore os viste abraçados?” Ele respondeu: “À sombra de uma aroeira”. 55Daniel replicou: “Mentiste com perfeição contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus, tendo recebido já a sentença divina, vai rachar-te pelo meio!” 56Mandando sair este, ordenou que trouxessem o outro: “Raça de Canaã e não de Judá, a beleza fascinou-te e a paixão perverteu o teu coração. 57Era assim que procedíeis com as filhas de Israel, e elas, por medo, sujeitavam-se a vós. Mas uma filha de Judá não se submeteu a essa iniquidade. 58Agora, pois, dize-me debaixo de que árvore os surpreendeste juntos?” Ele respondeu: “Debaixo de uma azinheira”. 59Daniel retrucou: “Também tu mentiste com perfeição contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus já está à espera, com a espada na mão, para cortar-te ao meio e para te exterminar!” 60Toda a assistência pôs-se a gritar com força, bendizendo a Deus, que salva os que nele esperam. 61E voltaram-se contra os dois velhos, pois Daniel os tinha convencido, por suas próprias palavras, de que eram falsas testemunhas. E, agindo segundo a Lei de Moisés, fizeram com eles aquilo que haviam tramado perversamente contra o próximo. 62E assim os mataram, enquanto, naquele dia, era salva uma vida inocente.
Naqueles dias, 41c a assembleia condenou Susana à morte. 42Susana, porém, chorando, disse em voz alta: "Ó Deus eterno, que conheces as coisas escondidas e sabes tudo de antemão, antes que aconteça! 43Tu sabes que é falso o testemunho que levantaram contra mim! Estou condenada a morrer, quando nada fiz do que estes maldosamente inventaram a meu respeito!" 44O Senhor escutou sua voz. 45Enquanto a levavam para a execução, Deus excitou o santo espírito de um adolescente, de nome Daniel. 46E ele clamou em alta voz: "Sou inocente do sangue desta mulher!" 47Todo o povo então voltou-se para ele e perguntou: "Que palavra é esta, que acabas de dizer?" 48De pé, no meio deles, Daniel respondeu: "Sois tão insensatos, filhos de Israel? Sem julgamento e sem conhecimento da causa verdadeira, vós condenais uma filha de Israel? 49Voltai a repetir o julgamento, pois é falso o testemunho que levantaram contra ela!" 50Todo o povo voltou apressadamente, e outros anciãos disseram ao jovem: "Senta-te no meio de nós e dá-nos o teu parecer, pois Deus te deu a honra da velhice". 51Falou então Daniel: "Mantende os dois separados, longe um do outro, e eu os julgarei". 52Tendo sido separados, Daniel chamou um deles e lhe disse: "Velho encarquilhado no mal! Agora aparecem os pecados que estavas habituado a praticar. 53Fazias julgamentos injustos, condenando inocentes e absolvendo culpados, quando o Senhor ordena: 'Tu não farás morrer o inocente e o justo!' 54Pois bem, se é que viste, dize-me à sombra de que árvore os viste abraçados?" Ele respondeu: "À sombra de uma aroeira". 55Daniel replicou "Mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus, tendo recebido já a sentença divina, vai rachar-te pelo meio!" 56Mandando sair este, ordenou que trouxessem o outro: "Raça de Canaã, e não de Judá, a beleza fascinou-te e a paixão perverteu o teu coração. 57Era assim que procedíeis com as filhas de Israel, e elas por medo sujeitavam-se a vós. Mas uma filha de Judá não se submeteu a essa iniquidade. 58Agora, pois, dize-me debaixo de que árvore os surpreendeste juntos?" Ele respondeu: "Debaixo de uma azinheira". 59Daniel retrucou: "Também tu mentiste com perfeição, contra a tua própria cabeça. Por isso o anjo de Deus já está à espera, com a espada na mão, para cortar-te ao meio e para te exterminar!" 60Toda a assistência pôs-se a gritar com força, bendizendo a Deus, que salva os que nele esperam. 61E voltaram-se contra os dois velhos, pois Daniel os tinha convencido, por suas próprias palavras, de que eram falsas testemunhas. E, agindo segundo a lei de Moisés, fizeram com eles aquilo que haviam tramado perversamente contra o próximo. 62E assim os mataram, enquanto, naquele dia, era salva uma vida inocente.
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei, estais comigo.
— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças.
— Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!
— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.
— Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.
Naquele tempo, 12 disse Jesus aos fariseus: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, não andará nas trevas, mas terá a luz da vida”. 13 Então os fariseus disseram: “O teu testemunho não vale, porque estás dando testemunho de ti mesmo”. 14 Jesus respondeu: “Ainda que eu dê testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é válido, porque sei de onde venho e para onde vou. Mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou. 15 Vós julgais segundo a carne, eu não julgo ninguém, 16 e se eu julgo, o meu julgamento é verdadeiro, porque não estou só, mas comigo está o Pai, que me enviou. 17 Na vossa Lei está escrito que o testemunho de duas pessoas é verdadeiro. 18 Ora, eu dou testemunho de mim mesmo e também o Pai, que me enviou, dá testemunho de mim”. 19 Perguntaram então: “Onde está o teu Pai?” Jesus respondeu: “Vós não conheceis nem a mim, nem o meu Pai. Se me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai”. 20 Jesus disse estas coisas, enquanto estava ensinando no Templo, perto da sala do tesouro. E ninguém o prendeu, porque a hora dele ainda não havia chegado.
Sobre nós


O Santuário Arquidiocesano de Nossa Senhora da Conceição fica na Praça Dom Romualdo, 11, Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, CEP 23515-100.
- Nome atual: Santuário Arquidiocesano / Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Santa Cruz.
- Fundação da paróquia: origem em 1760, ligada à antiga Fazenda Jesuíta de Santa Cruz.
- Elevação a santuário: a paróquia foi oficialmente elevada à condição de Santuário em cerimônia presidida pelo Cardeal Arcebispo do Rio, no dia 6 de dezembro de 2025.
Breve histórico e arquitetura
- A devoção a Nossa Senhora da Conceição em Santa Cruz remonta ao período jesuíta; após a expulsão dos jesuítas, a igreja da fazenda recebeu o título de Paróquia de Santa Cruz, com padroeira Nossa Senhora da Conceição.
- A atual igreja da Praça Dom Romualdo começou a ser construída em 1950 e levou cerca de 24 anos para ser concluída.
- A primeira missa no novo templo foi celebrada em 1964; o projeto tem arquitetura modernista, com grande ogiva na fachada e, por muitos anos, teve o maior pé-direito entre os templos católicos do Rio, até a consagração da Catedral Metropolitana.
- Passou por ampla reforma no início do século XXI, concluída em 2013.
Informações práticas
- Endereço: Praça Dom Romualdo, 11 – Santa Cruz, Rio de Janeiro – RJ.
- Telefone/WhatsApp da secretaria: (21) 2418-0002.
- Acessibilidade: entrada, banheiros e estacionamento com acessibilidade para cadeirantes.
- Estacionamento: gratuito, com vagas cobertas, descobertas e na rua.
Missa Pela Vitória
Toda primeira terça-feira do mês às 19h.
Clero
Pastorais
Conheça os diversos grupos e ministérios que atuam em nossa comunidade, cada um servindo de forma especial na missão da Igreja.
Sacramentos e Formação
Pastoral do Batismo
Acolher e preparar as famílias para o sacramento do Batismo de seus filhos.
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Crisma
Preparar jovens e adultos para os sacramentos da maturidade cristã.
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Pastoral da Catequese
Preparar crianças, jovens e adultos para os sacramentos através do ensino da fé católica.
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Círculo Bíblico
Ler, refletir e partilhar a Palavra de Deus, aplicando seus ensinamentos à vida cotidiana.
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Social e Caridade
Vicentinos
Praticar a caridade cristã com apoio material, espiritual e humano às pessoas necessitadas.
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Pastoral de Rua
Acolher pessoas em situação de rua com escuta, orientação, ajuda e promoção da dignidade.
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Pastoral da Saúde
Oferecer cuidado espiritual e apoio humano a doentes e seus familiares.
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Pastoral da Criança
Acompanhar gestantes e crianças, promovendo saúde, nutrição e desenvolvimento.
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Bazar Padre Pio
Oferecer artigos religiosos, livros, terços e camisetas à comunidade.
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OVS
Preparar e acompanhar nossos jovens para a vocação sacerdotal.
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Espiritualidade e Oração
Terço dos Homens
Reunir homens para rezar o terço e fortalecer a fé, a família e a fraternidade.
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Terço das Mulheres
Reunir mulheres para rezar o terço, partilhar a fé e interceder pelas famílias.
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Mãe Rainha
Promover a devoção a Maria e a visita da imagem da Mãe Rainha às famílias.
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Apostolado da Oração
Promover a oração diária e a espiritualidade do Sagrado Coração de Jesus.
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Grupo de Oração Adonai
Promover encontros de louvor, oração, pregação e partilha da Palavra.
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Mães em Ordem de Batalha
Reunir mulheres em oração e intercessão por seus filhos, famílias e comunidade.
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Liturgia e Apoio
Liturgia
Organizar e preparar as celebrações litúrgicas da comunidade.
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Pastoral da Música
Animar as celebrações por meio do canto e da música.
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Coroinhas
Formar crianças e jovens para servir no altar durante as celebrações.
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MESC
Servir nas missas e levar a Eucaristia aos enfermos.
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PASCOM
Evangelizar pela comunicação e divulgar a vida da comunidade.
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Acolhimento
Receber os fiéis com atenção e fraternidade nas celebrações e atividades.
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Pastoral do Teatro
Evangelizar pela arte e por apresentações teatrais.
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Juventude
EJC
Promover a evangelização, a formação e a integração dos jovens na vida da Igreja.
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Mover Adolescente
Oferecer formação humana e espiritual para adolescentes.
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Administrativo
Pastoral do Dízimo
Conscientizar e organizar a participação dos fiéis na manutenção da missão da Igreja.
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Secretaria
Realizar o atendimento e a organização administrativa do Santuário.
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Cantina
Colaborar com a venda de alimentos em eventos e atividades da comunidade.
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Desde 1760Fé que atravessa gerações
A devoção a Nossa Senhora da Conceição em Santa Cruz remonta ao período jesuíta. A paróquia teve origem em 1760, ligada à antiga Fazenda Jesuíta de Santa Cruz.
A atual igreja começou a ser construída em 1950 e sua primeira missa foi celebrada em 1964. Em 6 de dezembro de 2025, a comunidade foi elevada à condição de Santuário Arquidiocesano.
Visite o Santuário
Um lugar de oração e acolhimento no coração de Santa Cruz.


